Laboratório de Classificação Visual, HVI e H2SD

Apresentação

 

 

 

Qualidade em primeiro lugar

 

O Laboratório de Classificação Visual e HVI da Associação Goiana dos Produtores de Algodão (Agopa) tem se destacado pela precisão das análises feitas no algodão produzido em Goiás. Em período de safra no Estado, diariamente são analisadas em média 4 mil amostras, ou, aproximadamente, 24 mil amostras por semana. Para atender à demanda pela classificação no pico de safra, o laboratório, construído na sede da Casa do Algodão, em Goiânia, conta com 10 funcionários divididos em 3 turnos diários.

 

Desde a primeira semana de junho de 2011, os trabalhos no laboratório não pararam. Ele foi construído pela Agopa, com recursos do Fundo de Incentivo à Cultura do Algodão (Fialgo) e com o apoio do Governo do Estado de Goiás e da FMC, cujo valor investido ultrapassou os R$ 4 milhões. Este é referente à compra do lote, construção do espaço físico, aquisição dos dois aparelhos de HVI de alta precisão, mobiliário, contratação de consultores e treinamentos para a equipe técnica. No local são realizadas a classificação das características intrínsecas da fibra, a classificação visual e a apresentação de take-up, que é a vistoria do algodão pelo comprador têxtil. O take-up consiste na preparação dos lotes para avaliação, incluindo classificação visual, relatório de HVI e apresentação da amostra ao comprador interessado.

 


A sua participação no mercado também tem crescido vertiginosamente. Em 2011, quando os trabalhos iniciaram, o laboratório foi responsável pela análise de 34% da produção goiana. Em 2012, o laboratório já é responsável pela análise de 55% do algodão produzido em Goiás.

 

Para atestar a qualidade dos serviços prestados, o laboratório passou pela auditoria da Fundação Blumenauense de Estudos Têxteis (FBET), que comprovou que o local cumpre as normas estabelecidas pela Instrução Normativa (IN) 63/2002 – que aprova o Regulamento Técnico de Identidade e de Qualidade para a Classificação do Algodão em Pluma – e está apto a oferecer ao produtor de algodão uma análise precisa da fibra. Foram auditadas a estrutura física, a climatização do ambiente, a precisão das máquinas de HVI, a sala de classificação visual, o trabalho desempenhado pelos funcionários e o cumprimento de todas as regras exigidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Em 2012, o Laboratório de Classificação também recebeu o credenciamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)  e foi credenciado para exercer a sua função de classificar o algodão produzido em Goiás com segurança e objetividade.

 

 

 

Veja também:

 

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